Nos dias 24 e 25 de setembro, a Arena do Grêmio, em Porto Alegre, recebe o Encontro Nacional do Futebol Feminino — o ENFF. São dois dias de painéis, mesas-redondas, conferências e networking estruturado com foco em gestão, mercado, políticas públicas e o que vem por aí com o Brasil sediando a Copa do Mundo Feminina em 2027.
O evento se posiciona como o maior hub estratégico do futebol feminino no país — e a programação justifica a ambição. No primeiro dia, a grade inclui painéis com gestores de clubes sobre os desafios da modalidade, conferência sobre as cidades-sede do Mundial de 2027, mesa com pioneiras do futebol feminino e painéis de CEOs sobre os gargalos estruturais do setor. No segundo dia, o foco se volta para marketing, patrocínio, políticas públicas e o futuro do esporte de base feminino.
O público esperado — 350 participantes entre dirigentes, executivos de marketing, atletas, gestores públicos, pesquisadores e imprensa especializada — dá a medida do que o ENFF quer ser: um ambiente onde quem financia, quem executa e quem decide se sentam na mesma sala. Em um setor que cresce 6 vezes nos últimos cinco anos e projeta um mercado potencial de R$ 4 bilhões em 2027, esse tipo de encontro raramente acontece por acaso.
Para quem quer construir carreira no futebol feminino, o ENFF é exatamente o tipo de evento que coloca no mesmo espaço as pessoas, as discussões e as oportunidades que definem para onde o setor vai. As inscrições estão abertas — atualmente no segundo lote, a R$ 280, até 30 de agosto.
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