A Copa do Mundo de 2026 está em andamento — e com ela, a maior operação já montada na história do esporte global. São 6,5 milhões de espectadores, US$ 40,9 bilhões injetados no PIB mundial e 824 mil empregos gerados, segundo análise de impacto socioeconômico da própria FIFA. Boa parte dessas vagas não está em campo.
O torneio não é só um evento de futebol. É a operação mais complexa do esporte global — com gestão de direitos de transmissão, coordenação logística em três países, marketing para audiências em dezenas de idiomas e análise de dados em tempo real alimentando decisões de rendimento, patrocínio e conteúdo simultaneamente.
Adrià Carrillo é um exemplo concreto do tipo de profissional que esse ambiente demanda. Formado em Marketing Esportivo e Patrocínio no Johan Cruyff Institute, ele está trabalhando na organização da Copa como Media Partnerships Relations Manager — um cargo de gestão, de relações estratégicas, de interface entre o evento e os meios de comunicação do mundo inteiro.
A lógica que o instituto resume com uma frase de Cruyff — "ao futebol se joga com a cabeça" — vale igualmente para a indústria: as decisões que definem o impacto de um evento como a Copa acontecem muito antes do apito inicial, em salas de reunião, planilhas de dados e negociações de contrato. Gestão de audiências globais, operações de alta complexidade e análise de informação em tempo real são as competências que o torneio coloca em evidência — e que o mercado vai continuar exigindo depois que as arquibancadas esvaziarem.
Para o Brasil, esse ciclo tem um capítulo próprio: em 2027, o país será sede da Copa do Mundo Feminina. O aprendizado que o mercado esportivo está acumulando agora, observando a estrutura montada nos EUA, México e Canadá, vai ser diretamente aplicável aqui — e quem estiver se preparando hoje chega na frente.
Oferecimento
Assine o Emprego no Esporte com 50% de desconto e tenha acesso a oportunidades de trabalho no mercado esportivo. Utilize o código exclusivo “insport”.



)
